Não adianta, eu falo que vou me acostumar, que dessa vez não vou ficar com aquela cara blé, que vou tirar de letra porque é a coisa mais normal do mundo, todo mundo que mora longe passa por isso, mas na hora H vai tudo pelo ralo e fico segurando ao máximo os olhões bem abertos que é pra não piscar e transbordar. A gente brinca, briga, se entende e se desentende. Ela gosta do preto, eu gosto do branco. Ela gosta de ficar em casa, eu sou rueira. Ela é 220, eu sou 110. E nesse desequilíbrio, encontramos o equlíbrio da nossa relação.
Valeu, mãe! Te amuuuuuuuuu!
2 comentários:
Tenho certeza que a gente nunca vai se acostumar com essas despedidas. E como dói...
Também te amoooooooooooooooooooooo
beijão
mamãe
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