terça-feira, 28 de setembro de 2010
A arte de estudar EM alemão
Ontem foi pauleira. Fui que nem um zumbi pra aula, a primeira parte de fisiologia cardíaca ainda deu pra acompanhar, é uma parte que gosto muito, foi até tema da minha monografia há quatrocentos anos atrás, quando eu ainda ia de shortinho de Bali pra aula na faculdade. Bom, agora nem o short, nem as pernas de 20 anos existem mais, sem contar o frio do cacete que começou a fazer nessa cidade. Enfim, estava indo tudo bem até depois do intevalo começar a aula de sistema imunológico. Ah, aí em dado momento, não sei se nos neutrófilos ou nos eosinófilos, eu perdi o fio da meada e, meus amigos, perder o fio da meada em alemão é uma coisa impossível de se recuperar. Fiquei ali pensando, "será que tento ainda fazer força ou relaxo total e rezo pra ter um capítulo maravilhosamente explicativo no livro-bíblia que é referência do curso?" Bom, sei lá, ainda consegui entender a conclusão do professor de como nosso sistema de defesa é capaz de combater vermes e parasitas. Na cabeça dele, não precisa de vermífugo que nossos soldadinhos dão conta do recado. Só alemão mesmo, que nunca viu uma barriga de solitária ou uma esquistossomose braba pra falar isso. Estudar com povo civilizado dá nisso. Tive que levantar meu dedinho pra dizer que a ameba se reproduz ferozmente sim e que sem remedinho ela não vai embora não. Olharam-se ceticamente, duvidando do meu pedigree de índia nativa.
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Um comentário:
É isso aí amiga, estudar, cuidar de filho, de casa e etc... não é mole não!!!
bjs
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