Antes, obrigada pelos elogios à minha pessoa, nada como receber uns agradinhos pra dar uma levantada no astral. Desse jeito vou publicar mais fotos :)
Filha número 1:
Essa semana Juju chegou da escola me dizendo que ia ser aniversário de uma coleguinha da sala e que ela não tinha sido convidada. Achei estranho porque a tal menina é um das mais chegadas dela desde o ínicio do ano letivo, a Ju já foi até na casa da garota brincar e ela quase todo dia me relata que brincaram juntas no recreio. Fiquei morrendo de dó e muito p@##$, acredite, se você é mãe conhece esse sentimento irracional de sofrimento achando que seu filho foi rejeitado. Aí soma que eu estou completamente descompensada hormonalmente com esses baby-blues que já eram pra ter ido embora, a porta do freezer que não fecha mais e está criando um universo de gelo em volta de todos os congelados, a Laura que chora por causa das cólicas-fome-aparelho-ortopédico ou todas as alternativas citadas e eu faço um cavalo de batalha até se o carteiro não me der bom dia. Sofri, mas engoli. E expliquei pra ela com a minha melhor cara blasè que vai ver a casa da menina não cabia todo mundo e ela não podia convidar a turma toda.
Hoje, vou buscar ela na escola e vem a tal mãe me pedir desculpas pelo fato e em sua super justificativa me fala que já tinha convidado 8 CRIANÇAS e a menina queria muito convidar a Julia, mas ela disse que tinha que escolher entre ela e outro e escolheu outro. Juro que eu estava ali em corpo presente e não acreditava no que aquela mulher estava me dizendo. Já desenvolvi há um tempo um lado esquizofrênico da minha personalidade em que continuo mantendo a conversa com meu interlocutor, mas virtualmente faço aqueles balõezinhos mentais onde dou respostas completamente diferentes e isso me alivia de ter uma úlcera perfurada.
Gente, não quer convidar, não convida, mas vir com desculpa esfarrapada e ainda dizer que preteriu a minha filha por outra criança achei muito surreal, até no quesito sinceridade alemã.
É claro que a Julia não foi convidada pra todas as festas de aniversário, mas a gente sabe quem é mais chegado e quem é só coleguinha. E o pior foi a Julia ainda vir me dizer hoje mais tarde que a menina disse pra ela hoje de novo que queria muito convidar ela, mas a mãe não deixou.
Eu não tenho mania de perseguição, mas olha, não sou iludida e tenho certeza que pesou o fato de sermos estrangeiros. Pronto, falei.
Filha número 2:
Mama, engasga, golfa, se torce, solta pum, chora, chora, chora, troca fralda, dorme. Três horas depois: mama, engasga, golfa, se torce, solta pum, chora, chora, chora, troca fralda, dorme. Da mamada até o pum leva uma hora, então os dias seguem esse ritmo, menos à noite, porque a partir das cinco da tarde o bicho pega, é a pior hora das cólicas, e dura até a mamada das dez/onze da noite.
De uns dias pra cá está roncando e não sei se é nariz entupido, secreção... vou levar no pediatra.
E ontem nos deu vários sorrisos banguelas daqueles que a gente percebe que está começando a sacar quem somos nós. Fofíiiissima.
3 comentários:
É sério? Por ser estrangeiro! se ainda fosse gente que não falasse a língua, olha se for isso mesmo corre enrraizamento xenófobo assim não presta nem tem solução.
E dona Laura, do jeito que está gordinha e grandona nem dá crédito pra ser refluxo, então remédio é paciência.
Estava certa que vc ia mudar a foto pelo menos do perfil.
Bj
Rosa,
Não tem foto no perfil e ele é de acesso restrito porque senão o FBI me acha :) Brincadeira, tenho meus motivos. Bjs
Olha, só tenho uma coisa a dizer: Sacanagem! Só penso que nada como um dia após o outro. Se as duas tiverem que ser amigas, não haverá nada que possa separá-las. E Laurinha está crescendo e logo esta fase "punk"dela fica para trás e serão mais e mais sorrisos da bonequinha! Bjs
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